Caros amigos que visitam este espaço, desejo a todos um 2012 de muita Saúde, Paz, Alegria e Prosperidade. Que em 2012 continuemos desenvolvendo nossos trabalhos e realizando conquistas em todos os campos!
12/30/2011
10/30/2011
“Se você acredita que educação não é um bom investimento, tente investir em ignorância!”
“Educação constitui em um dos bens mais valiosos que um individuo pode adquirir. É algo que ninguém pode tirar de você!”
Você certamente já ouviu esta frase, mas saiba que nem todo mundo concorda e pensa exatamente assim, tão pouco atribua tamanha importância a ela.
O que é a educação senão a base para a construção de uma sociedade, um processo de aprendizagem que começa desde cedo. Quando criança, amparado por uma constituição familiar é iniciado o aprendizado das coisas comuns e que desde cedo o prepara para os desafios de uma vida adulta, nessa fase que compreendemos a primeira infância alguns valores são incutidos através dos ensinamentos familiares, esse aprendizado se estende aos anos escolares que começa a sofrer fortes influências externas das demais crianças em convívio, tais valores adquiridos, fatalmente são confrontados surgindo assim novos valores acrescidos ou então transformados pelo ambiente no qual participe, mais adiante a fase que antecede a vida adulta com responsabilidades e desafios antes enfrentados, mas já previstos, por fim a fase onde os valores já estão enraizados e o convívio em coletivo diz muito a respeito da formação de um grupo e de uma classe social.
Educação se traduz em conhecimento e esse conhecimento colocado em pratica é a atitude chave considerada para o desenvolvimento humano e social e está associada a comportamentos dos mais variados tais como: respeito ao próximo, ao mais velho, atenção para questões de caráter humano, disciplina para novas conquistas, compreensão para com os demais a sua volta, enfim, a sentimentos construtivos e respeitosos o que há de mais valioso para a formação da personalidade e uma sociedade justa e igualitária, no revés da educação esta a ignorância que é exatamente o contrário “FALTA OU NÃO USO DA EDUCAÇÃO”.
Bastaria por si só esta explanação se não fosse o fato de que existem muitas pessoas “EDUCADAS” agindo com extrema ignorância. Como pode uma mesma pessoa tida como educada agir com falta de educação?
A resposta talvez esteja no fato de que as pessoas estão se habituando a aceitarem viver em um mundo onde termos como fidelidade, por exemplo, é cada vez mais visto com caretice, os meios de comunicação estão repletos de casos e mais casos que demonstram esta falta de fidelidade, sejam no poder publico, no setor corporativo ou até mesmo em ambientes familiares, aliás, este é o reflexo de um comportamento social politicamente aceitável onde até são expostos argumentos que sustentam ser este comportamento o correto, existem pessoas que até defendem comportamentos reprováveis com declarações do tipo: "esta certo, o mundo não tem mais jeito, se eu estivesse lá faria o mesmo", esse comportamento advém de pessoas que aceitam a apatia com normalidade, mas é claro que não existem só maus exemplos há também os que são dignos de apreciação.
No mundo contemporâneo é comum associar educação a uma boa formação acadêmica, mas a pergunta é. Boas escolas são suficientes para caracterizarem este ou aquele como educado? Diz-se fulano estudou naquela tal escola e depois entrou para tal universidade, ambos fazendo referência a instituições de ponta e hoje exerce o cargo de gerente X ou diretor Y em determinada empresa multinacional, ótimo uma boa formação o coloca entre os mais disputados profissionais do mercado e certamente isto possibilitará viver em melhores condições e até com certas regalias, é de fato louvável que se busque uma posição confortável socialmente, mas isso não pode ser atribuído somente a educação, pois, educação vai além de uma boa formação este associado ao individual e não a sua posição sócio/profissional.
Já a ignorância se refere à falta de educação e significa não necessariamente que o individuo não seja educado ele simplesmente não faz uso da educação que possui, há pessoas, por exemplo, que destratam outras por causa da sua condição sócio econômica ou a cor da pele, sua nacionalidade ou naturalidade, aparência física ou até mesmo a região onde mora, tal comportamento não só advém de pessoas “sem formação”, ele também parte dos “bem formados”, portanto, não tem nada a ver com boa formação e nem falta de educação é ignorância mesmo, há situações onde uma formação que não tenha sido em escolas consideradas como as melhores se torna motivo para que este ou aquele seja considerado inferior numa escala de valores social/profissional e não olhar para o lado profissional e sim para o pessoal nesse caso não é ignorância?
Comportamentos como estes podem ser observados em diversos ambientes sociais, destaco que dentro de algumas empresas é comum questionamentos de certos valores corporativos a “Visão, Missão e Valores” apresentados aos colaboradores como sendo o referencial a ser seguido, na prática são percebidos como meras palavras expostas em quadros que nem sequer são praticados pelos líderes e/ou chefes desta, uma vez que discursos de que nosso maior patrimônio são os colaboradores ao mesmo tempo se contrasta com tratamentos desrespeitosos para com os mesmos e daí fica por isso mesmo. Não é estranho vender uma imagem positiva e praticar ou permitir que se pratiquem tais comportamentos opostos.
Esse exemplo nos da a prova de uma falta de educação neste caso corporativa, provam que na verdade existe uma diferença gritante entre associar sua importância à maneira como nos comportamos em nosso dia a dia e, pior ainda é que reconhecemos isso, mas somos obrigados a nos habituar a comportamentos alheios que bradam a importância da educação, respeito, civilidade e outros mais, não praticam tais comportamentos citados e as conseqüências quase sempre são negativas para o conjunto social.
A educação a serviço a ignorância.
A questão da educação como é vista se estende as mais variadas áreas sociais não só ao aprendizado escolar que é a base para o conhecimento ela também permeia setores onde a falta de é motivo de descontentamentos, fala-se em educação profissional, educação social, educação financeira, educação ambiental, enfim o tema é importante e sua falta resulta em muitos desentendimentos e oportunidades de aplicarem em nome da educação intentos dos mais ignorantes possíveis, como é estranho que a serviço da educação atitudes de extrema ignorância possam levar vantagem.
Esse comportamento acontece porque alguns valores estão se transformando uma vez que educação passou a ser sinônimo de formação e status os menos favorecidos por essa inversão e aqui cabem os que por falta de oportunidades ou então que reagiram tardiamente à situação adversa reagem de forma onde os interesses em jogo se conflitam, acontecimentos na vida política fizeram com que os eleitores na última eleição votassem em candidatos tidos como cacarecos graças ao descrédito nos políticos atuais, contratações nas empresas se traduzem em altos índices de turn-over e absenteísmo e isso vem acontecendo graças a pessoas muito bem “educadas” que tentam inculcar na cabeça das pessoas a importância de acreditarem e se doarem as instituições com promessas que não condizem com a realidade e logo percebidas são manifestadas às vezes de forma negativa e prejudicial, essa educação não é na verdade ignorância.
Outro bom exemplo, ultimamente o tema sustentabilidade vem sendo bastante difundido nos diversos canais de informação, a chamada consciência ambiental há que se mudar a maneira como produzimos, consumimos e descartamos para não exaurirmos os recursos naturais, diante dessa necessidade ambiental empresas logo tomaram parte desta questão e elaboraram o chamado marketing verde que diz respeito à consciência ambiental, porém dentro de algumas delas o desperdício é imenso, vivenciei por algum tempo em uma grande rede varejista e observava a quantidade de alimentos e brinquedos que eram jogados no lixo, lá brinquedos são quebrados a marteladas simplesmente por que a embalagem foi violada, cartelas de yogurtes são jogadas no lixo simplesmente por que uma unidade foi violada e vários são os itens desperdiçados por eles e sem reaproveitamento. Ora consciência ambiental? Eles recebem de volta aquilo que jogaram no lixo e de graça das empresas fornecedoras, mas a imagem que vendem é a de que são conscientes ambientalmente trabalham desta forma e usam o marketing para sustentarem na verdade sua imagem institucional, mas não sozinhas levam a culpa há que se considerar a atitude dos que provocam tais “avarias”.
Porém, é a inteligência a serviço da ignorância, departamentos de marketing explorando a fragilidade ambiental para lançarem intentos que potencializam a captação de clientes, o reforço da imagem institucional e o crescimento das vendas, é aí que entra o grande questionamento. È possível mudar esse comportamento visto que são mais importantes os ganhos imediatos do que a consciência no coletivo?
Mário Sérgio Cortella destaca na obra “Qual é a tua Obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética” aborda a questão da educação continuada e destaca: “Educação continuada pressupõe a capacidade de dar vitalidade à ação, às competências, às habilidades ao perfil das pessoas”, abordando numa característica profissional “Se a liderança não estiver voltada para dar uma prioridade a essa temática da formação continuada, o máximo que ela terá é sucesso extemporâneo”, e será que somente na esfera profissional é que podemos considerar adaptáveis tais conceitos?
Considero que não, como disse mais acima Educação é um processo de aprendizagem constante que começa desde cedo, então, a todo o momento devemos estar atentos tanto a novos aprendizados como a manutenção do conhecimento já adquirido.
Educação não deve ser associada meramente a formações acadêmicas devem ser encarada como o fator principal para o crescimento individual e coletivo, nações que estão hoje na categoria de países desenvolvidos tiveram que investir pesadamente em educação, não só da base, mas em toda área que permeiam o individual e o social, aliás, uma boa base potencializa o entendimento sobre questões das mais variadas, ser educado é entender primeiramente que não se sabe tanto assim e sempre há o que aprender, que seu “pouco” conhecimento não é soberano ele pode ser adicionado ao conhecimento coletivo e também acrescido com o conhecimento alheio, que pode ser associado aos demais conhecimentos, é entender que sua pequena participação na sociedade contribui para uma melhor condição de vida para todos.
Ainda que tenha atingido uma posição social confortável não poderá esquecer jamais que um dia sentou nos bancos escolares e assim como seus colegas de sala nada sabia a respeito de nada, alguém lhe ensinou o básico e hoje seus intentos não são positivos e pretende meramente tirar vantagem da falta de conhecimento alheio. A construção de uma sociedade não é senão os profissionalmente ativos “sustentarem” os já aposentados e os que estão na base social.
Existe uma diferença entre educação e formação, a primeira faz parte de você é insubstituível, a segunda esta em você e pode ser dividida, adicionada, multiplicada. O mercado de trabalho busca profissionais que possam multiplicar o conhecimento depende de como usará se é para levar conhecimento aos demais.
Fonte Inspiradora: “Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética” Mario Sérgio Cortella; Editora Vozes; 141 pag.
9/11/2011
A Importância do Fluxo de informação na Logística
Quando tratamos de fluxo estamos falando de um sentido, um caminho, uma direção a ser tomada, seguida ou alcançada. Naturalmente cada atividade organizacional tem seu próprio fluxo, seja de informação, de materiais ou financeiro que compõe o todo organizacional e de tão importantes será abordado neste texto sob o aspecto da Logística, tratando dessas e outras questões da forma como de fato ela representa: Vital para a sobrevivência de uma organização.
Informação é o bem mais valioso! Sei que muitos já ouviram esta frase e que também concordam com esta afirmação, porém conciliar informações em um ambiente de constantes mudanças não é tarefa fácil, ainda mais se pensarmos que nem toda informação pode ser compartilhada totalmente e que não se deve omitir por completo, pois certas características de negócio dependem da força criativa de indivíduos que desafiados podem trazer a luz soluções para problemas aparentemente sem solução.
Já ouviram o comentário até certo ponto irônico entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética na corrida espacial? De um lado o alto investimento norte americano para desenvolver uma caneta esferográfica que funcionasse num ambiente gravitacional, enquanto os Russos tiveram a grande ideia de levar um simples lápis de escrever.
Exemplos como este podem ilustrar muito bem o quanto a informação compartilhada pode ser benéfica, já pensou se ao invés de estarem competindo entre si fossem parceiros o quanto poderiam evoluir juntando seus investimentos no mesmo projeto, mas a questão é que tipo de informação será de fato compartilhada uma vez que a divulgação aleatória pode até ser prejudicial para os negócios, e nesse caso o vazamento de informações seria uma catástrofe para ambos.
Informação é hoje o bem mais valioso que uma organização pode usufruir em momentos de turbulência de mercado e até mesmo na calmaria uma vez que o compartilhamento pode amortecer uma possível crise e suas proporções.
Na Logística, tratamos os fluxos sob três perspectivas: De materiais, Financeiro e de Informação, aliás, esta perspectiva é observada em toda organização e pensar de forma a integrar estes fluxos é o caminho para uma consolidação forte e competitiva.
O fluxo de materiais se caracteriza pela aquisição de matéria prima para a consequente transformação em uma unidade fabril, utilizando-se do transporte entre os elos da cadeia produtiva, toda atividade de recebimento expedição e armazenamento até a entrega final do produto ao cliente.
O fluxo financeiro é a parcela de capital transferida para cada agente participe na operação, desde a origem até a ponta, ou seja, do cliente final até o produtor da matéria prima.
O fluxo da informação é aquele que permeia toda a cadeia transferindo informações advindas do mercado consumidor. Na extração da matéria prima e o consequente transporte até uma unidade fabril, já se tem uma noção clara do que o mercado consumidor esta disposto a adquirir e a que preço, então segue as operações até a entrega final, porém através de pesquisas e métricas é possível saber o grau de satisfação dos consumidores e tais informações devem ser compartilhadas por toda a cadeia envolvida nas operações para correção e ajustes que impactam na melhoria e eficiência, portanto a informação muitas vezes caracteriza-se como mais importante que as capacidades operacionais dos agentes envolvidos, de posse destas informações várias alternativas e mudanças podem ser aplicadas e maximizar as atividades o que impacta positivamente nos resultados finais.
Uma informação eficiente permeia toda a cadeia nos dois sentidos e em todos os elos a Logística se preocupa com a eficiente troca de informação, pois na ponta está o cliente na expectativa de adquirir um produto quando não já adquirido. Em toda atividade operacional os custos são recorrentes e mensuráveis, mas não a informação. Há sim o custo investido para que os canais de informação sejam eficientes, porém sem o uso compartilhado acabam esbarrando em burocracias culturais e enraizadas dificultando que o fluxo contínuo eleve a capacidade de aproveitar da melhor forma as oportunidades presentes.
Cada organização se preocupa com sua “casa” e entende como cliente o próximo com quem irá negociar seus produtos ou serviços, além dos que já fazem parte de sua carteira, mas é perceptível que os fornecedores impactam diretamente nos resultados desta, caracterizando-se assim como um parceiro no qual compartilhar informações pode dar solidez competitiva ao player.
Antes restrito a contratos comerciais com cláusulas específicas e irrevogáveis, hoje compartilhando informações em reuniões ou em sistemas integrados entendendo a extensão das atividades fortalecendo a marca perante o mercado atuante, assim se caracteriza o novo cenário defendido pelos profissionais de Logística que fazem referência ao termo Suplly Chain “Cadeia de Suprimentos”.
O adm. Paulo Spinato colabora com um artigo postado no Portal Administradores.com.br, sob o título: “A importância do fluxo de informações organizacional” explana que “Informações são um recurso valioso e provocam repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional” e que “A comunicação, antes de ser instrumental, é humana. Necessita de resposta para realizar, pois a mensagem sem retorno é uma comunicação falha e incompleta”, defende o autor que de um modo geral a comunicação formal e burocrática, aquela mecanizada muito utilizada no cotidiano é a mais preocupante em termos de eficácia destes mecanismos e não uma linguagem que possa simplificar a compreensão do conteúdo público, o que torna muito mais difícil a motivação e entendimento sistêmico das diretrizes, de outra forma estão mais preocupados com modelos hierárquicos do que o compartilhamento eficiente das informações.
O que difere informação de comunicação é que a primeira se preocupa em transmitir aos parceiros informações acerca das atividades profissionais, ou seja, transmitem o que esperam de cada um isoladamente e em conjunto com propósitos profissionais integrados, enquanto a segunda: ressalta Paulo Spinato: “está centrada na notícia escrita, nas circulares, nos boletins, nos memorandos, nos avisos, nas ordens de serviço e nos manuais de procedimentos” de modo que não se caracteriza informação e sim apenas comunicação.
Há que pensarmos na importância que é devida a informação há vários exemplos de atividades totalmente desorganizadas, onde cada um, preocupado com o próprio umbigo negligencia o compartilhamento de informações estratégicas, há que se entender que as características de mercado atuais exigem que as relações sejam de parcerias, então quanto mais eficiente for a informação melhor as chances de aproveitamento das oportunidades momentâneas, defender seu lado pode até ser uma boa estratégia para se esquivar dos problemas atuais, mas o mercado é cruel e implacável e quando mudarem os ventos a falta de parceria pode representar duras perdas econômicas, de mercado, prestígio, quando não um impedimento ao crescimento sustentável.
Há algumas décadas atrás grandes organizações eram donas sozinhas de toda estrutura assim chamada de verticalizada e todo departamento era visto como parte fundamental para o todo, com a nova estrutura organizacional, atualmente a verticalização se mantém nos mesmos moldes, só que com estruturas departamentais independentes e sob a gestão de “terceiros”, porém sua importância continua a mesma, então, quanto mais informação compartilhada melhor, ao invés de tratar o fornecedor como mero fornecedor, o enfoque passa a ser vê-lo, tanto a organização como um todo como cada agente colaborador como parceiro de negócio.
Texto de autoria de:
Francisco Marcio Ferreira de Oliveira
Tecnólogo em Logística pela Universidade Nove de Julho
Contribuição orientadora de Paulo Spinato
Especialista em Administração Estratégica e mestrando internacional em Gestão Estratégica de Negócios, com ênfase em Gestão da Inovação.
Desempenha funções de professor em cursos técnicos na área de Gestão Empresarial e Desesenvolvimento de Projetos, além de orientador de TCC's.
Foi o consultor melhor avaliado durante sua atuação pela UNIJUÍ nos anos de 2005, 2006 e 2007.
Entre suas principais entidades clientes/parceiras estão: ApexBrasil, SEBRAE, SEDAI - Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais, UNIJUÍ, SINDILOJAS, IPD - Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento e COEDUCARS/SESCOOP.
Possui várias atuações em demandas relacionadas à Análise de Cenários (Diagnósticos), Planejamento Estratégico, Marketing (incluindo Pesquisas de Satisfação, Pesquisas de Mercado e Planejamento de Mídia), Financeiras (abrangendo Plano de Negócios e Estudo de Viabilidade), Pesquisa de Clima Organizacional e Programa 5 S's.
Filiado ao CRA/RS (Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul) presidiu nos anos de 2008 à 2009 a Associação dos Bacharéis em Administração de Ijuí e região (ABAI).
Referências Bibliográficas:
Antônio Galvão Novaes “Gerenciamento da Cadeia de Distribuição”
Portal Administradores.com.br/ Paulo Spinato “A importância do fluxo de informações organizacional” http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-importancia-do-fluxo-de-informacoes-organizacional/45057/ Dia 05/09/20011.
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